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Revision 113 Jun 2011 - CristinaJalil

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Autor
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Ano Local de Publicação Local Tema
PECHANSKY, F. et al. 2007 São Paulo São Paulo

Instituição de Origem Estado Instituição Instituição Responsável
Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) São Paulo Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)

Formato da Obra Formato Disponível Número de Páginas Idioma
Artigo em Periódico Texto integral 3 Inglês

Resumo

OBJETIVO: Não há informação na literatura sobre o impacto do uso de crack fumado em latas de alumínio utilizadas como cachimbos improvisados, uma forma comum de uso de crack no Brasil. Uma vez que a ingestão de alumínio está associada a dano neurológico, nós medimos alumínio sérico em usuários de crack. O objetivo deste estudo foi avaliar os níveis de alumínio em usuários de crack que fumam em cachimbos improvisados de lata de alumínio. MÉTODO: Setententa e uma usuárias de crack, com média de idade de 28,0 anos (± 7,7), forneceram informação sobre seu uso de drogas e tiveram amostras de seu sangue testadas para níveis séricos de alumínio. RESULTADOS: Cinqüenta e seis (79%) sujeitos fumaram crack usando cachimbos de lata e 15 (21%) fumaram em outros formatos. Cinqüenta e dois (73,2%) dos 71 sujeitos apresentaram níveis de alumínio sérico de 2 µg/l e 13 (18,3%) tinham níveis no ponto de corte 6 µg/l, o que está acima dos valores de referência. Quando comparados com não-usuários pareados por média de idade e do mesmo gênero, os sujeitos tiveram valores medianos e intervalos inter-quartil para níveis séricos similares [3 (2-4,6) para usuários de crack; 2,9 (1,6-4,1) para os controles], porém com médias e desvios-padrão diferentes (4,7 ± 4,9 e 2,9 ± 1,7, respectivamente). DISCUSSÃO: Usuários de crack apresentam altos níveis de alumínio sérico, mas não temos certeza disto estar associado completamente com as latas de alumínio. Mais estudos são necessários. Se tal associação se mostrar verdadeira em pesquisa no futuro, questões terão que ser debatidas a respeito deste problema, incluindo planejamento apropriado e avaliação das políticas públicas nesta área.

Palavras Chave Alumínio; Cocaína crack; Saúde pública; Toxicidade; Soro.
Link Artigo em periódico
Referência para Citação PECHANSKY, F. et al. Usuárias brasileiras de crack apresentam níveis séricos elevados de alumínio. Rev. Bras. Psiquiatr. [online]. 2007, vol.29, n.1, pp. 39-42.
Observação Material linkado com o banco de dados do Scielo.

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FORM FIELD Título Ttulo Usuárias brasileiras de crack apresentam níveis séricos elevados de alumínio
FORM FIELD Autor Autor PECHANSKY, F. et al.
FORM FIELD Ano Ano 2007
FORM FIELD FormatoDaObra FormatoDaObra Artigo em Periódico
FORM FIELD Instituição de Origem InstituiodeOrigem? Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)
FORM FIELD Estado Instituição EstadoInstituio? São Paulo
FORM FIELD Local Tema LocalTema? São Paulo
FORM FIELD Local de Publicação LocaldePublicao? São Paulo
FORM FIELD Instituição Responsável InstituioResponsvel? Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)
FORM FIELD FormatoDisponivel FormatoDisponivel Texto integral
FORM FIELD Número de Páginas NmerodePginas? 3
FORM FIELD Idioma Idioma Inglês
FORM FIELD Palavras Chave PalavrasChave? Alumínio; Cocaína crack; Saúde pública; Toxicidade; Soro.
FORM FIELD Resumo Resumo OBJETIVO: Não há informação na literatura sobre o impacto do uso de crack fumado em latas de alumínio utilizadas como cachimbos improvisados, uma forma comum de uso de crack no Brasil. Uma vez que a ingestão de alumínio está associada a dano neurológico, nós medimos alumínio sérico em usuários de crack. O objetivo deste estudo foi avaliar os níveis de alumínio em usuários de crack que fumam em cachimbos improvisados de lata de alumínio. MÉTODO: Setententa e uma usuárias de crack, com média de idade de 28,0 anos (± 7,7), forneceram informação sobre seu uso de drogas e tiveram amostras de seu sangue testadas para níveis séricos de alumínio. RESULTADOS: Cinqüenta e seis (79%) sujeitos fumaram crack usando cachimbos de lata e 15 (21%) fumaram em outros formatos. Cinqüenta e dois (73,2%) dos 71 sujeitos apresentaram níveis de alumínio sérico de 2 µg/l e 13 (18,3%) tinham níveis no ponto de corte 6 µg/l, o que está acima dos valores de referência. Quando comparados com não-usuários pareados por média de idade e do mesmo gênero, os sujeitos tiveram valores medianos e intervalos inter-quartil para níveis séricos similares [3 (2-4,6) para usuários de crack; 2,9 (1,6-4,1) para os controles], porém com médias e desvios-padrão diferentes (4,7 ± 4,9 e 2,9 ± 1,7, respectivamente). DISCUSSÃO: Usuários de crack apresentam altos níveis de alumínio sérico, mas não temos certeza disto estar associado completamente com as latas de alumínio. Mais estudos são necessários. Se tal associação se mostrar verdadeira em pesquisa no futuro, questões terão que ser debatidas a respeito deste problema, incluindo planejamento apropriado e avaliação das políticas públicas nesta área.
FORM FIELD Link Link Artigo em periódico
FORM FIELD Referência para Citação RefernciaparaCitao? PECHANSKY, F. et al. Usuárias brasileiras de crack apresentam níveis séricos elevados de alumínio. Rev. Bras. Psiquiatr. [online]. 2007, vol.29, n.1, pp. 39-42.
FORM FIELD Observação Observao Material linkado com o banco de dados do Scielo.
 
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