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Revision 107 May 2012 - MilenaMarinho

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Local de Publicação Local Tema
RABELLO, Patrícia Moreira  and  CALDAS JUNIOR, Arnaldo de França. 2007 Paraíba João Pessoa - Paraíba

Instituição de Origem Estado Instituição Instituição Responsável
Revista de Saúde Pública São Paulo Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.

Formato da Obra Formato Disponível Número de Páginas Idioma
Artigo em Magazine Texto integral 9 Português

Resumo

OBJETIVO: Avaliar a associação entre coesão, adaptabilidade e risco mental familiar com violência física contra a mulher e uso de drogas. MÉTODOS: Estudo tipo caso-controle pareado realizado entre 2004 e 2005 na cidade de João Pessoa, Paraíba. A amostra foi constituída por 260 mulheres, divididas em 130 agredidas e 130 não agredidas. O grupo caso foi constituído de mulheres que prestaram queixa por agressão física doméstica na Delegacia Especializada da Mulher. O grupo controle foi pareado com mulheres vizinhas de bairro das vítimas queixosas na Delegacia. A coesão, a adaptabilidade e o risco mental foram avaliados pela escala Family Adaptability and Cohesion Evaluation Scales. Na análise estatística, foram utilizados os testes qui-quadrado e Exato de Fisher, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Os dois grupos se comportaram de forma diferente em relação ao risco mental e coesão, mas semelhantes quanto à adaptabilidade familiar (p=0,0917). As mulheres agredidas apresentaram risco mental alto (43,1%) e médio (39,2%), diferentemente das não agredidas (p=0,0016), que apresentaram médio risco (55,4%). Houve diferença significativa entre os dois grupos para o uso de drogas, com consumo maior nas famílias das mulheres agredidas (90,8%) do que das não agredidas (56,9%). A droga mais utilizada foi o álcool, sendo o mais alto fator de risco para a agressão, quando consumido diariamente (OR=37,33) ou associado a outra droga (OR=29,56). CONCLUSÕES: O desequilíbrio pela falta de união entre a família e o uso de drogas altera decisivamente no funcionamento familiar, podendo gerar conflitos e agressões domésticas.

Palavras Chave Violência contra a mulher; transtornos relacionados ao uso de substâncias; saúde mental; estudos de casos e controles
Link Artigo
Referência para Citação RABELLO, Patrícia Moreira  and  CALDAS JUNIOR, Arnaldo de França. Violência contra a mulher, coesão familiar e drogas. Rev. Saúde Pública [online]. 2007, vol.41, n.6, pp. 970-978. ISSN 0034-8910.
Observação Material linkado com o banco de dados do Scielo.

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FORM FIELD Título Ttulo Violência contra a mulher, coesão familiar e drogas.
FORM FIELD Autor Autor RABELLO, Patrícia Moreira  and  CALDAS JUNIOR, Arnaldo de França.
FORM FIELD Ano Ano 2007
FORM FIELD FormatoDaObra FormatoDaObra Artigo em Magazine
FORM FIELD Instituição de Origem InstituiodeOrigem? Revista de Saúde Pública
FORM FIELD Estado Instituição EstadoInstituio? São Paulo
FORM FIELD Local Tema LocalTema? João Pessoa - Paraíba
FORM FIELD Local de Publicação LocaldePublicao? Paraíba
FORM FIELD Instituição Responsável InstituioResponsvel? Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
FORM FIELD FormatoDisponivel FormatoDisponivel Texto integral
FORM FIELD Número de Páginas NmerodePginas? 9
FORM FIELD Idioma Idioma Português
FORM FIELD Palavras Chave PalavrasChave? Violência contra a mulher; transtornos relacionados ao uso de substâncias; saúde mental; estudos de casos e controles
FORM FIELD Resumo Resumo OBJETIVO: Avaliar a associação entre coesão, adaptabilidade e risco mental familiar com violência física contra a mulher e uso de drogas. MÉTODOS: Estudo tipo caso-controle pareado realizado entre 2004 e 2005 na cidade de João Pessoa, Paraíba. A amostra foi constituída por 260 mulheres, divididas em 130 agredidas e 130 não agredidas. O grupo caso foi constituído de mulheres que prestaram queixa por agressão física doméstica na Delegacia Especializada da Mulher. O grupo controle foi pareado com mulheres vizinhas de bairro das vítimas queixosas na Delegacia. A coesão, a adaptabilidade e o risco mental foram avaliados pela escala Family Adaptability and Cohesion Evaluation Scales. Na análise estatística, foram utilizados os testes qui-quadrado e Exato de Fisher, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Os dois grupos se comportaram de forma diferente em relação ao risco mental e coesão, mas semelhantes quanto à adaptabilidade familiar (p=0,0917). As mulheres agredidas apresentaram risco mental alto (43,1%) e médio (39,2%), diferentemente das não agredidas (p=0,0016), que apresentaram médio risco (55,4%). Houve diferença significativa entre os dois grupos para o uso de drogas, com consumo maior nas famílias das mulheres agredidas (90,8%) do que das não agredidas (56,9%). A droga mais utilizada foi o álcool, sendo o mais alto fator de risco para a agressão, quando consumido diariamente (OR=37,33) ou associado a outra droga (OR=29,56). CONCLUSÕES: O desequilíbrio pela falta de união entre a família e o uso de drogas altera decisivamente no funcionamento familiar, podendo gerar conflitos e agressões domésticas.
FORM FIELD Link Link Artigo
FORM FIELD Referência para Citação RefernciaparaCitao? RABELLO, Patrícia Moreira  and  CALDAS JUNIOR, Arnaldo de França. Violência contra a mulher, coesão familiar e drogas. Rev. Saúde Pública [online]. 2007, vol.41, n.6, pp. 970-978. ISSN 0034-8910.
FORM FIELD Observação Observao Material linkado com o banco de dados do Scielo.
 
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