Atividades cotidianas

-- AdrianaJesus - 30 Agosto 2011

Antes de fazer a reflex„o sobre as discussűes e praticas de hoje, gostaria de fazer uma breve descriÁ„o das proced√ɬ™ncias. Hoje exerci a atividade de monitoria na aula da Prof. Maria Bonilla, onde auxiliei alguns estudantes nas inscri√ɬß√ɬĶes nos ambientes moodle, lista de discuss√ɬ£o o e cria√ɬß√ɬ£o de blogs. Logo depois assistimos um v√ɬ≠deo sobre o mundo p√ɬ≥s moderno. Em seguida organizamos a sala em circulo para podermos discutir fazendo uma rela√ɬß√ɬ£o entre o texto ( lido anteriormente "pr√ɬ°xis pedag√ɬ≥gica" da autora Bonilla), o v√ɬ≠√ā¬≠deo assistido, as viv√ɬ™ncias dos pr√ɬ≥prios alunos e a p√ɬ≥s modernidade. Dentre os v√ɬ°rios falares e debates acalorados sobre o assunto , o que mais me chamou atenÁ„o foi exatamente a quest√ɬ£o da complexidade do mundo atual, nada est√ɬ° pronto e acabado, n√ɬ£o existe um vetor determinante, tudo est√ɬ° em processo, em fluxo, as teorias est√ɬ£o sendo postas em chek, onde n√ɬ£o h√ɬ° certo nem errado, apenas pontos de vistas diferentes. A partir desse pensamento perce-se a necessidade de se vencer fragmenta√ɬß√ɬ£o, divis√ɬ£o dos fluxos e perceber que h√ɬ° uma interela√ɬß√ɬ£o, onde uma coisa ligada a outra. Ao inv√ɬ©s de dicotomizar, perceber a complexidade e interdepend√ɬ™ncia dos fatores. Em que a velocidade demarca esse processo. Onde h√ɬ° um novo modelo de articula√ɬß√ɬ£o, tudo est√ɬ° conectado em rede. Hoje com apenas um clique no mouse se capaz de promover uma revolu√ɬß√ɬ£o, depor ditadores, instaurar novos sistemas, dentre v√ɬ°rias outras coisas.

Refer√? ɬ™ncia: BONILLA, Maria Helena. A pr√ɬ°xis pedag√ɬ≥gica presente e futura e os conceitos de verdade e realidade frente √ɬ†s crises do conhecimento cient√ɬ≠fico no s√ɬ©culo XX. In: PRETTO, Nelson De Luca. Tecnologias e novas educa√ɬß√ɬĶes. Salvador : EDUFBA, 2005. p. 70-81 |

AdrianaJesus - 31 Agosto 2011

Hoje no GEC fiz uma leitura e reflex√ɬ£o do texto "Pol√ɬ≠ticas p√ɬļblicas para inclus√ɬ£o digital nas escolas"; da autora Maria Helena Bonilla, que vem mostrando a necessidade de se ter pol√ɬ≠√ā¬≠ticas p√ɬļblicas que visem a implanta√ɬß√ɬ£o da cultura digital no espa√ɬßo escolar . Onde a tecnologia deve ser tida como sendo de suma importancia no processo de transforma√ɬß√ɬ£o do pensamento e produ√ɬß√ɬ£o de conhecimento e n√ɬ£o apenas como mero recurso metodol√ɬ≥gico para chamar aten√ɬß√ɬ£o de alunos ou servir de anima√ɬß√ɬ£o de aula, ou como forma de disfar√ɬßadamente manter os velhos paradoxos educacionais de sempre. Onde muitos professores literalmente pro√ɬ≠bem seus alunos de acessarem ambientes ciberes, reduzindo assim toda uma cultura digital, a uma mera "maquininha de fazer dever", enquanto crian√ɬßas pertencentes a classe sociais mais abastardas mantem livre acesso a todo e qualquer tipo de acesso √ɬ†s tecnologias digitais. √É¬Č hora de repensar e refletir sobre as pr√ɬ°ticas pedag√ɬ≥gicas e ressignificar o lugar das tecnologias digitais na educ√ɬ£o.

Refer√? ɬ™ncia do texto: BONILLA, Maria Helena. Pol√? ɬ≠ticas p√ɬļblicas para Inclus√? ɬ£o digital nas escolas. Motriviv√? ɬ™ncia, Ano XXII, n√ā¬ļ 34, p. 40-60. jun./2010. P. 40- 60.

AdrianaJesus - 1√ā¬ļ set 2011

Hoje no Gec, antes de come√ɬßar a reuni√ɬ£o geral com todos os integrantes, tive uma reuni√ɬ£o com o grupo de estudo do qual fa√ɬßo parte: Forma√? ɬß√ɬ£o de Professores, das 13:00h at√ɬ© as 15:30h. Onde definimos os detalhes da nossa futura apresenta√ɬß√ɬ£o das pesquisas e estudos que estamos realizando. Que ser√ɬ° realizada no dia 08/09/2011. Logo ap√ɬ≥s essa reuni√ɬ£o especifica, iniciou-se a reuni√ɬ£o geral do GEC com todos os demais grupos de estudos integrantes, o local da reuni√ɬ£o foi no audit√ɬ≥rio I as 15:30h, onde por sugest√ɬ£o da Prof. Bonilla achou melhor organizar o espa√ɬßo em circulo, onde um pudesse olhar nos olhos do outro ao inv√ɬ©s de ficar de costas. A apresenta√ɬß√ɬ£o foi realizada pelos grupos do primeiro semestre : Metodologia da pesquisa para internet composto por Camila, L√ɬ≠via e Sule, onde Cam√? ɬ≠la foi a representante que apresentou os resultados da pesquisa. E o Grupo GNU/Linux - Filosofia e Linguagem, composto por Aur√? ɬ©lio, Marcelo entre outros. Assim, na aus√ɬ™ncia dos semais integrantes Aur√? ɬ©lio foi o porta v√ɬ≥z do grupo. Onde explicicitou sobre software livre e propriet√ɬ°rio, expondo coment√ɬ°rios e vis√ɬĶes referentes ao assunto, em que salientou a importancia de rever conceitos fundamentais a cerca de software livre.

AdrianaJesus -05 set 2011

Hoje no GEC, estudei o trabalho das PIBCS anteriores sobre o curr√ɬ≠culo de forma√ɬß√ɬ£o de professores do campo e a incer√ɬß√ɬ£o das tecnologias a digitais nos mesmos. Onde elas possuem uma vis√ɬ£o bastante contemporanea sobre forma√ɬß√ɬ£o de curr√ɬ≠culo , defendendo a ideia de um curriculo n√ɬ£o fragmentado ou compartimentalizado por disciplinas isoladas , mas que d√ɬ™ conta dos fluxos e da complexidade, ou seja, como o rizoma( raiz totalmente interligada), esta √ɬ© uma forma simb√ɬ≥lica de se referir a transdisciplinaridade . Trazendo refer√ɬ™ncias bibliogr√ɬ°ficas ricas, tais como Pistrak, e sua escola comuna . Portanto, segundo as mesmas essa organiza√ɬß√ɬ£o curricular permite ao estudante perceber o mesmo fenomeno a partir de diferentes aspectos. Valorando a n√ɬ£o hierarquiza√ɬß√ɬ£o entre os conhecimentos e sim a sua liga√ɬß√ɬ£o com a realidade. E mostram os desafios e dificuldades de se implantar um cirr√ɬ≠culo nessa perspectiva no curso de licenciatura em educa√ɬß√ɬ£o do campo na UFBA e UFRB. Tomando com refer√ɬ™ncia as disciplinas Educa√? ɬß√ɬ£o e Tecnologia e Est√? ɬ©tica dentre outras.

AdrianaJesus -06 set 2011

Hoje no GEC, atuei como monitora da turma da Prof. Bonilla, auxiliando alguns estudantes a se inserirem em alguns ambientes cibers. Depois, entramos no momento de discuss√ɬ£o dos textos, onde todos debateram os escritos de Pierre Levi "cibercultura" e Bonilla "pr√ɬ°xis pedag√ɬ≥gica". Novamente o que me chamou aten√ɬß√ɬ£o nas discuss√ɬĶes foi a quest√ɬ£o da complexidade do conhecimento, quanto mais se estuda mais voc√ɬ™ percebe que ainda n√ɬ£o sabe de nada, porque sempre a quest√ɬ£o √ɬ© mais complexa e complexa e complexa e complexa... Por isso, √ɬ© necess√ɬ°rio se olhar as m√ɬļltiplas facetas do fen√ɬīmeno para n√ɬ£o ser simplista. Outra quest√ɬ£o √ɬ© a tecnologia na educa√ɬß√ɬ£o. Muitos professores ao inv√ɬ©s de transformar a sociedade atrav√ɬ©s da tecnologia, formatam a tecnologia aos moldes do muro da sala de aula, sem enxergar as potencialidades da tecnologia. √É¬Č necess√ɬ°rio observar que o mundo est√ɬ° em rede, e o que fica fora da rede est√ɬ° exclu√ɬ≠do. Portanto, entra outra quest√ɬ£o, a luta por inclus√ɬ£o digital. Fiz esse recorte s√ɬ≥ para dar enfaze ao que disse anteriormente sobre complexidade. E a quest√ɬ£o n√ɬ£o para por a√ɬ≠, h√ɬ° sempre um devir, um vir a ser, um inacabado... √ɬ© tudo muito complexo.

AdrianaJesus -08 set 2011

Hoje na Reuni√? ɬ£o do GEC, exerci a atividade de secret√ɬ°ria, sendo respons√ɬ°vel pela elabora√ɬß√ɬ£o da ATA da reuni√ɬ£o. Resultado:

ATA GEC – Grupo de Pesquisa Educa√? ɬß√ɬ£o, Comunica√? ɬß√ɬ£o e Tecnologia Quinta Feira, 08 de Setembro √ɬ†s 15:30h.

1. CRONOGRAMA DE EVENTOS AGENDADOS: 15/09- Painel de Direitos autorais do ICI 22/09-Grupo de Estudos Mobilidade e Interatividade 29/09- Grupo de Estudos de Prigogine e PIBIC de Edvaldo e Nelson.

2. T√ɬČRMINO DA APRESENTA√ɬá√ɬÉO DO GRUPO DE ESTUDOS GNU/LINUX: -Componentes: Aur√? ɬ©lio, Carina e Marcos. -Tema central: O que precisa ser feito para que o Software Livre exista? E o que n√ɬ≥s estamos fazendo? -Baseado no texto: “Software Livre n√ɬ£o nasce em arvore” de Jomar Silva. -Link do texto: http://www.trezentos.blog.br/?p=5907.

3. FALA DE NELSON PRETTO

Saudou a todos com cordiais boas vindas e apresentou o projeto “Conectar Igualdade”, desenvolvido na Argentina, onde ele estava palestrando em confer√ɬ™ncias nas universidades, e conhecendo o desenvolvimento do projeto nas escolas; mostrou as fotos da viagem e abordou assuntos administrativos do GEC.

Término: às 18:00h.

Adriana Jesus

AdrianaJesus -09 set 2011

Pesquisei o PPP dos cursos Licenciatura em Educa√? ɬß√ɬ£o do Campo. das 33 faculdades escritas no Procampo em 2010. Esse link do mec vem trazendo algumas explica√ɬß√ɬĶes sobre o que √ɬ© o programa: http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=673&id=12395&option=com_content&view=article

AdrianaJesus -14 set 2011

Bom, hoje no GEC, li a introdu√ɬß√ɬ£o e o primeiro cap√ɬ≠tulo do livro: "Por Uma educa√ɬß√ɬ£o do campo" de Miguel Arroio e Molina Monica. Aonde eles demonstram a condi√ɬß√ɬ£o atual da educa√ɬß√ɬ£o do campo e levantam quest√ɬĶes intrigantes para a reflex√ɬ£o e o debate sobre as realidades sociais da educa√ɬß√ɬ£o camponesa. Pois segundo eles, o campo muitas das vezes √ɬ© visto como um lugar atrasado e sem perspectiva de futuro. Mas, deve se ter a ideia de que o campo √ɬ© de suma import√ɬĘncia para a exist√ɬ™ncia da sociedade como um todo, tendo que ser revisto com pol√ɬ≠ticas p√ɬļblicas que garantam a qualidade de vida da popula√ɬß√ɬ£o rural, mas tamb√ɬ©m √ɬ© fundamental estar atento √ɬ† principal arma de transforma√ɬß√ɬ£o que √ɬ© a educa√ɬß√ɬ£o. Esta, vem sendo esquecida por muitas autoridades e dom√ɬ≠nios p√ɬļblicos, encontra-se ainda muitas escolas no espa√ɬßo rural com defasagem idade- s√ɬ©rie, com turmas multi-seriadas (v√ɬ°rias s√ɬ©ries numa sala s√ɬ≥), com escola com p√ɬ©ssimas infra-estrutura, falta professor, falta livro, ou seja, n√ɬ£o √ɬ© dada a devida import√ɬĘncia a educa√ɬß√ɬ£o escolar do campo, deveria este ser visto como parte integrante da sociedade, devendo ter acesso √ɬ†s tecnologias adequadas para qualidade educacional, muito mais do que a lhe √ɬ© miseravelmente demandada. Sabendo-se que o espa√ɬßo urbano depende profundamente do meio rural para co-existir. No entanto, devido as p√ɬ©ssimas condi√ɬß√ɬĶes de vida enfrentadas no campo, muitos acham que a cidade oferecer√ɬ° melhor acolhida e acabam migrando para a cidade em busca de melhorias, essa situa√ɬß√ɬ£o s√ɬ≥ gera e perpetua o grande caos social. Por√? ɬ©m, o que deve ser feito √ɬ© investir na qualidade e na melhoria da educa√ɬß√ɬ£o campestre, que esta seja voltada para o desenvolvimento da escolariza√ɬß√ɬ£o, sem contudo desvalorizar a educa√ɬß√ɬ£o n√ɬ£o formal, de car√ɬ°ter popular, pois esta al√ɬ©m de demarcar a identidade do campo, √ɬ© s√ɬ≠mbolo da resist√ɬ™ncia e luta campestre. Onde se preparar√ɬ£o homens e mulheres para construir o campo com dignidade e for√ɬßa, mas n√ɬ£o s√ɬ≥ do trabalho, mas como tamb√ɬ©m, a for√ɬßa da inteligencia e da consci√ɬ™ncia cr√ɬ≠tica dos seus direitos. Bem, irei continuar lendo o livro e construindo, desconstruindo e reconstruindo ideias e concep√ɬß√ɬĶes sobre a educa√ɬß√ɬ£o do campo e a luta do povo por um dia melhor.

AdrianaJesus -19 set 2011

Ol√? ɬ° GEC, hoje estando aqui, continuei a leitura do livro. Por√? ɬ©m, ainda h√ɬ° algo no primeiro capitulo que gostaria de compartilhar que diz repeito a situa√ɬß√ɬ£o da educa√ɬß√ɬ£o b√ɬ°sica no contexto rural contempor√ɬĘneo. √É¬Č claro que a educa√ɬß√ɬ£o enfrenta s√ɬ©rios problemas em todo pa√ɬ≠s, por√ɬ©m √ɬ© no campo onde essa quest√ɬ£o se acentua profundamente. Em primeiro lugar √ɬ© citado pelo autor a discrep√ɬĘncia nos altos √ɬ≠ndices de analfabetismo. Onde segundo dados do IBGE de 1995, dizem que 32,7% da popula√ɬß√ɬ£o do espa√ɬßo rural as quais tem acima de 15 anos √ɬ© analfabeta, por√ɬ©m esse dado √ɬ© relativo pois alguns estados n√ɬ£o participaram desse censo. No qual acredita-se que esse indice seja t√ɬ£o alto que chegue a alcan√ɬßar at√ɬ© 90% da popula√ɬß√ɬ£o onde n√ɬ£o possuem nem acesso √ɬ† leitura nem √ɬ† escrita. Segundo o autor, √ɬ© necess√ɬ°rio que se invista em politicas p√ɬļblicas que sejam efetivamente comprometidas com a alfabetiza√ɬß√ɬ£o de jovens e adultos do campo. Falando com rela√ɬß√ɬ£o a situa√ɬß√ɬ£o do ensino fundamental, √ɬ© dito que 2,7 milh√ɬĶes de crian√ɬßas da fixa de 07 a 14 est√ɬ£o fora da escola. E com rela√ɬß√ɬ£o ao ensino m√ɬ©dio √ɬ© dito que 50% da popula√ɬß√ɬ£o com a faixa etaria de 15 a 17 anos estejam fora da escola. Esses dados s√ɬ£o referentes a todo Brasil, por√ɬ©m se agrava quando se refere ao campo. Pois, √ɬ© perceptivel que as pol√ɬ≠ticas p√ɬļblicas muitas das vezes n√ɬ£o estejam priorisando o campo. E tamb√ɬ©m,segundo o mesmo autor, os PCNs, estejam buscando sua referencia apenas na escola urbana. E a educa√ɬß√ɬ£o infantil que abrange a idade de 0 a 4 anos, para n√ɬ≥s chamamos de creche, para a populal√ɬß√ɬ£o campestre √ɬ© conhecida como ciranda infantil. a grande discu√ɬß√ɬ£o gerada em torno disso se refere a qualidade dessa educa√ɬß√ɬ£o que est√ɬ° sendo oferecida. Com rela√ɬß√ɬ£o aos docentes √ɬ© dito que a maioria n√ɬ£o possui forma√ɬß√ɬ£o suficiente para atuar no campo em que atua muitos n√ɬ£o possuemmnem o nivel m√ɬ©dio. Acrtescentando a isso podemos salientar os mais baixos indices salariais para os professores que chega a atingir uma remunera√ɬß√ɬ£o eaquivalente a metede de um sal√ɬ°rio m√ɬ≠nimo. Esses dados servem para alertar gravidade do problema na educa√ɬß√ɬ£o do campo, que foi brutalmente esquecida, margiunalizada e isolada. Que possamos cada vez mais estar atentos a essas quest√ɬĶes, estudando, debatento, averiguando, criticando, analisando, n√ɬ£o apenas para fazer juizo de valor, mas para por meio disso, buscar de alguma forma intervir nessa realidade.

AdrianaJesus -20 set 2011

Monitoria na aula EDC- 287 Prof. Maria Helena Bonilla.

AdrianaJesus -22 set 2011

Ol√? ɬ° caro leitor ou leitora desse relat√ɬ≥rio cotidiano, hoje participei do II Semin√? ɬ°rio de educa√ɬß√ɬ£o do campo e contemporaneidade, promovido pelo Grupo de Pesquisa Educa√? ɬß√ɬ£o do campo e Contemporaneidade, em co-organiza√ɬß√ɬ£o com o Programa de P√ɬ≥s-Gradua√ɬß√ɬ£o em Educa√? ɬß√ɬ£o e Contemporaneidade (PPGEduC? ), realizado nos dias 22, 23, 24 de Setembro de 2011. O objetivo desse encontro foi o de promover a socializa√ɬß√ɬ£o das pesquisas e experi√ɬ™ncias dos educadores e pesquisadores do campo. Onde tivemos dentre tantas outras, a presen√ɬßa do Prof. Dr. Bernardo Men√? ɬßano da UNESP, autor do livro "Por uma educa√ɬß√ɬ£o do campo". Onde o titulo de sua palestra foi: "Educa√ɬß√ɬ£o do campo e o debate paradigm√ɬ°tico sobre o desenvolvimento". Este foi o conferencista que mais me chamou a aten√ɬß√ɬ£o por conta da for√ɬßa de suas coloca√ɬß√ɬĶes, falava com muita intrepidez sobre o assunto e demonstrava √ɬ°vido desejo de mudan√ɬßa, falava com rela√ɬß√ɬ£o a constru√ɬß√ɬ£o de um Brasil diferente. Este professor disse que o campo havia se desenvolvido muito nos anos, no entanto, segundo ele : ainda faltam muitas cosas a serem feitas. Reclamou politicas p√ɬļblicas para educa√ɬß√ɬ£o do campo. Por√? ɬ©m, n√ɬ£o qualquer tipo politica p√ɬļblica, porque ele estabeleceu uma diferen√ɬßa entre pol√ɬ≠tica p√ɬļblica para autonomia e politica p√ɬļblica subalterna. Ele disse que era necess√ɬ°rio que se investisse em politica p√ɬļblica para autonomia, ou seja para que o individuo, possa ele mesmo transformar seu espa√ɬßo independente de interfer√ɬ™ncias externas, reafirmando esse aspecto ele trouxe o paradigma do agro-neg√ɬ≥cio (estrutura capitalista) e agricultura familiar(o agricultor promove desenvolvimento do pa√ɬ≠s e do seu entorno). E tratou sobre outras quest√ɬĶes tamb√ɬ©m, as quais destaco os problemas das desigualdades e desestrutura√ɬß√ɬ£o do campo, a quest√ɬ£o agr√ɬ°ria. Segundo o professor, alguns preveem at√ɬ© acabar com a popula√ɬß√ɬ£o do campo deixando-a esquecida para que os indiv√ɬ≠duos que l√ɬ° residem migrem para a cidade, protelando e driblando assim as quest√ɬĶes da reforma agr√ɬ°ria, afirmando que territ√ɬ≥rio √ɬ© o espa√ɬßo onde se exerce o poder; no qual citou que a revista Isto √ɬ©, como exemplo, que previa o fim do MST (movimento dos sem terra). Dentre v√ɬ°rios outros, estes pontos fa√ɬßo quest√ɬ£o de destacar neste relat√ɬ≥rio, pois, foram os que mais me chamaram a aten√ɬß√ɬ£o. Em sendo uma "rec√ɬ©m chegada " nesse debate, gostei muito dos trabalhos apresentados no semin√ɬ°rio, esta √ɬ© uma quest√ɬ£o recorrente. √É¬Č como o professor disse: "ainda h√ɬ° muito a ser feito". Acho que esse debate tem hist√ɬ≥ria de luta e quanto mais pessoas se arvorarem por ele melhor. Em vista de que se fa√ɬßa cada vez mais pesquisas, trabalhos e estudos voltados para esta quest√ɬ£o, pois ajuda a fortalecer a luta contra este ferrenho embate social. E considero que quando se coloca um jovem do campo dentro de uma universidade, √ɬ© para que estas quest√ɬĶes sejam mexidas, discutidas para se buscar solu√ɬß√ɬĶes, pois urge a necessidade n√ɬ£o s√ɬ≥ de reparo, mas de mudan√ɬßa.

Noticias do MST a luz da revista ISTO é: http://www.istoe.com.br/busca.htm?searchParameter=fim%20do%20mst&filter=N

Colocarei a disposição os títulos e dos artigos apresentados no seminário, caso haja interesse o leitor ou leitora poderá abrir para pesquisa na net.

AdrianaJesus -26 set 2011

Leitura e reflexão dos refenciais teóricos

AdrianaJesus -27 set 2011

-Fiz um blog para mim da Rede Uifreire. http://redesocial.unifreire.org/

-Monitoria na turma EDC-287

AdrianaJesus -28 set 2011 Revendo o que faltou e o que está faltando na caminhada.

AdrianaJesus -30 set 2011

Sites referenciais do procampo, que é um projeto do mec que preve a formação de professores do campo.

*Educadores para escolas do campo

Um grupo de 60 pessoas, formado por professores, assentados da reforma agr√ɬ°ria, agricultores e quilombolas, inicia nesta ter√ɬßa-feira, 19, um curso superior de licenciatura espec√ɬ≠fico para trabalhar em escolas rurais. O curso, que tem dura√ɬß√ɬ£o de quatro anos, √ɬ© oferecido pela Faculdade de Educa√? ɬß√ɬ£o da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), parceira do Minist√? ɬ©rio da Educa√? ɬß√ɬ£o na execu√ɬß√ɬ£o do projeto-piloto do Programa de Apoio √ɬ† Forma√? ɬß√ɬ£o Superior em Licenciatura em Educa√? ɬß√ɬ£o no Campo (Procampo). O projeto √ɬ© desenvolvido tamb√ɬ©m na Universidade de Bras√? ɬ≠lia (UnB? ) e nas universidades federais de Sergipe (UFSE) e da Bahia (UFBA).

*Modelo da UFMG, porém as outras universidades adotam a mesma lógica:

O modelo de licenciatura do Procampo, que come√ɬßa ser testado na UFMG, est√ɬ° estruturado em oito semestres, nos sistemas de altern√ɬĘncia tempo-escola (per√ɬ≠odo de aula na Faculdade de Educa√? ɬß√ɬ£o, em Belo Horizonte, nas f√ɬ©rias escolares), e tempo-comunidade (espa√ɬßo mais longo para o educador desenvolver experi√ɬ™ncias e pesquisas na escola e na comunidade). Ao todo, s√ɬ£o 3.705 horas de forma√ɬß√ɬ£o e pr√ɬ°tica.

*Perspectivas do currículo de licenciatura do campo:

o Procampo é desenvolvido de forma diferenciada em cada universidade, mas tem em comum o objetivo de articular conhecimentos teóricos e práticos. Para atingir a finalidade, a licenciatura é multidisciplinar, com abordagem das áreas de linguagens e códigos (o aluno é formado para lecionar português, literatura e artes); ciências da natureza e matemática (matemática, química, física e biologia); ciências humanas e sociais (filosofia, sociologia, história, geografia) e ciências agrárias.

*Dicotomia perversa entre o acesso a educação no campo e na cidade:

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√? ɬ≠stica (IBGE), de 2006, indicam que a escolaridade m√ɬ©dia da popula√ɬß√ɬ£o do campo √ɬ© de quatro anos. Na √ɬ°rea urbana, a m√ɬ©dia atinge 7,3 anos.

*Verbas destinadas ao projeto:

Para o projeto-piloto, cada uma das quatro universidades p√ɬļblicas receber√ɬ° este ano R$ 240 mil para custear as despesas do curso. Para desenvolver pesquisas, produzir conhecimentos, materiais did√ɬ°ticos e pedag√ɬ≥gicos, cada institui√ɬß√ɬ£o receber√ɬ° R$ 300 mil, a serem aplicados em quatro anos.Para o projeto-piloto, cada uma das quatro universidades p√ɬļblicas receber√ɬ° este ano R$ 240 mil para custear as despesas do curso. Para desenvolver pesquisas, produzir conhecimentos, materiais did√ɬ°ticos e pedag√ɬ≥gicos, cada institui√ɬß√ɬ£o receber√ɬ° R$ 300 mil, a serem aplicados em quatro anos.Para o projeto-piloto, cada uma das quatro universidades p√ɬļblicas receber√ɬ° este ano R$ 240 mil para custear as despesas do curso. Para desenvolver pesquisas, produzir conhecimentos, materiais did√ɬ°ticos e pedag√ɬ≥gicos, cada institui√ɬß√ɬ£o receber√ɬ° R$ 300 mil, a serem aplicados em quatro anos.

Informa√? ɬß√ɬĶes atrav√ɬ©s do site: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=9895&catid=202

Completas: Referencia:" target="_top">http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_jfilter&Itemid=164&params[search_relevance]=procampo&params[search_method]=exact&params[tipobusca]=2Referencia:

AdrianaJesus -03 outubro 2011

Tese de doutorado sobre desigualdade social e inclusão digital: http://www.buscalegis.ufsc.br/revistas/files/anexos/6111-6103-1-PB.pdf

AdrianaJesus -05 outubro 2011

Informa√? ɬß√ɬĶes do Procampo

Instituto Federal do Maranh√? ɬ£o: http://educador.brasilescola.com/noticias/ifma-inscreve-para-licenciatura-educacao-campo.htm

Livreto sobre educação do campo: http://www.red-ler.org/educacaocampo.pdf

Edital do vestibular do ufma: http://www.concursos.ufma.br/editais/1409.pdf

http://www.ufma.br/editais/arquivos/edital_012_retprocamp.pdf

AdrianaJesus -11 outubro 2011

Ol√? ɬ° GEC, Boa tarde! Mais uma vez estou no "batente" do estudo e da pesquisa em busca do conhecimento. Inicialmente estava lendo o livro do Miguel Arroyo - "Por uma educa√ɬß√ɬ£o do campo", mas depois precisei iniciar minhas atividades na monitoria da turma EDC- 287, Prof. Bonilla. Mas , deixe-me apresentar alguns dados e reflex√ɬĶes do Arroyo, Men√? ɬßano, Caldart, Molina (organizadores e escritores do livro). Este obra foi o resultado de uma conferencia Nacional que tinha como titulo "Por uma Educa√? ɬß√ɬ£o B√ɬ°sica do Campo" realizada em Luzi√? ɬĘnia, GO, de 27 a 31 de julho de 1998. Os escritos vem mostrando que a educa√ɬß√ɬ£o do povo do campo √ɬ© um direito e n√ɬ£o uma esmola, nem favor. Se formos analisar historicamente, o povo do campo sempre teve acesso restrito ou negado a muitos benef√ɬ≠cios sociais, que como cidad√ɬ£os pertencentes a sociedade brasileira possuem pleno direito, por exemplo, a uma educa√ɬß√ɬ£o de qualidade, e o pior de tudo √ɬ© que como se n√ɬ£o bastasse, ainda s√ɬ£o vistos como rudimentares e atrasados, tendo profundamente seus direitos negados. O livro nos chama a refletir sobre que tipo de Brasil n√ɬ≥s queremos daqui para frente. Por isso, principalmente o Men√? ɬßano, na obra escrita, sempre vem refor√ɬßando e reafirmando as quest√ɬĶes das politicas p√ɬļblicas para o campo, que estas abranjam e atinjam as reais necessidades camponesas. Na perspectiva campestre, o trabalho n√ɬ£o √ɬ© visto como algo alienante, muito pelo contr√ɬ°rio. Nessa cultura, o trabalho √ɬ© visto como parte da vida, prazer, satisfa√ɬß√ɬ£o, realiza√ɬß√ɬ£o do pr√ɬ≥prio fazer do campo. N√ɬ≥s brasileiros temos uma profunda divida para com o povo do campo. Em consequ√ɬ™ncia disso, as quest√ɬĶes de terra e posse da mesma est√ɬ£o sempre no centro de discuss√ɬĶes. A cidade s√ɬ≥ existe gra√ɬßas ao org√ɬ£o trabalhador, o campo. Numa rela√ɬß√ɬ£o dial√ɬ©tica como j√ɬ° me referir em outras reflex√ɬĶes. Por isso, devemos pensar no campo, ver o que est√ɬ° sendo demando para esta popula√ɬß√ɬ£o. Que venhamos pensar nisso, abra√ɬßar a causa, arrega√ɬßar as mangas e suar a camisa, porque a luta √ɬ© constante, quanto mais aderentes colaboradores melhor.

AdrianaJesus -19 outubro 2011

Softwere Livre

AdrianaJesus - 20 outubro 2011

Em decorrencia das atividades de munitoria, acompanhando as discuss√ɬĶes da turma, surgiu o interesse pelo estudo sobre:

- Teoria do fractal, para uma primeira vista pesquisei a wikipédia : http://pt.wikipedia.org/wiki/Fractal

broccoflower-fractal.jpg

http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ4HEGTcamtzUCQ6z3VUuwe1Uhdah8Z1MX0YOKcWuAp--OP848lltOzp8k

- A diferença entre digital e analógico ( a pesquisar)

AdrianaJesus - 28 outubro 2011

Inclus√? ɬ£o digital:

AdrianaJesus - 07 Novembro 2011

Pesquisando o PPP de Universidades inscritas no Procampo:

UFPA: http://www.proeg.ufpa.br/view/inicio/index.php?id=7&idp=4&pg=1

*Eventos nessa universidade relacionados a educação do campo:

http://www.ufpa.br/cubt/index.php?option=com_content&view=article&id=156:procampo&catid=5:noticias

*Esses Jornais da UFPA do mês de outubro falam um pouco da situação da educação do campo na região:

"Enxada, trator e foice. N√ɬ£o s√ɬ£o somente essas ferramentas que os moradores do campo querem e precisam para sobreviver. L√ɬ°pis, borracha, caderno e livros, ou seja, educa√ɬß√ɬ£o escolar √ɬ© fundamental para melhorar as condi√ɬß√ɬĶes de vida no campo. E √ɬ© com o prop√ɬ≥sito de possibilitar o acesso ao ensino superior a esses homens e mulheres que a Universidade Federal do Par√? ɬ° (UFPA), por meio do seu Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extens√? ɬ£o (Consepe), criou o curso de Licenciatura Plena em Educa√? ɬß√ɬ£o do Campo (LPEC), no Campus Universit√? ɬ°rio de Marab." continua: http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/2009/87-edicao-76--outubro/834-campus-inicia-curso-de-educacao-do-campo

"A educa√ɬß√ɬ£o no campo, h√ɬ° muito tempo, √ɬ© considerada um dos grandes desafios do Brasil. At√? ɬ© bem pouco tempo, todo o conhecimento formal ficava restrito √ɬ†s cidades urbanas brasileiras. Com isso, grandes setores da popula√ɬß√ɬ£o foram exclu√ɬ≠dos elevando, assim, as taxas de analfabetismo e de semiescolaridade no campo." continua: http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/2011/124-edicao-93--abril/1187-a-educacao-formal-e-o-saber-tradicional-

*Contatos dos coordenadores do curso Licenciatura em Educa√? ɬß√ɬ£o do Campo da UFPA:

- http://www.ufpa.br/campusmaraba/index/index.php/ed-campo?start=7

*Corpo docente da UFPA LIcenciatura em educação do campo: http://www.ufpa.br/campusmaraba/index/index.php/ed-campo/92-corpodocentelpec

*Grade curricular do curso: http://www.ufpa.br/cubt/doc/EDUCA%C3%87%C3%83O_DO_CAMPO.pdf

*Projeto Politico pedagógico do curso licenciatura em educação do campo da UFPA: http://www.ufpa.br/cubt/doc/PPP_Procampo.pdf

*Tecnologia para fins pedagógicos na UFPA: http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=5174

*Apresentação do Projeto no site da universidade UFPA:

http://www.ufpa.br/campusmaraba/index/index.php/ed-campo

http://www.portal.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=4724

Politicas p√ɬļblicas para inclus√ɬ£o digital na escola

AdrianaJesus - 20 de Dezembro 2011

Os contatos, a seguir, foram obtidos a partir do site, ou do PPP das respectivas universidades.

CONTATOS DE COORDENADORES DO PROCAMPO NA UNIVERSIDADES:

01.UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESP√ɬćRITO SANTO

GOVERNO DO ESTADO DO ESP√ɬćRITO SANTO SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCA√ɬá√ɬÉO DO ESTADO DO ESP√ɬćRITO SANTO GER√ɬäNCIA DE EDUCA√ɬá√ɬÉO, JUVENTUDE E DIVERSIDADE Relat√? ɬ≥rio de Trabalho de Consultoria Curr√? ɬ≠culo da Educa√? ɬß√ɬ£o do Campo Consultores:

Prof. Dr. Erineu Foerste erineufoerste@yahoo.com.br --- http://www.ce.ufes.br/educacaodocampo/down/manual.pdf

Prof. Dra. Gerda Margit Sch√? ɬľtz-Foerste gerda_foerste@yahoo.com.br

02. AUTARQUIA DE ENSINO SUPERIOR DE ARCOVERDE CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM EDUCA√ɬá√ɬÉO DO CAMPO Rua Gumercindo Cavalcanti, 420 – Bairro - S√ɬ£o Crist√? ɬ≥v√ɬ£o –Arcoverde – PE – CEP: 56.512-902 Criada pela Lei n√ā¬ļ 1370, de 23/06 de 1978. CNPJ 11.462.454/0001-09. Fone/Fax: 873821.1579 Site: www.aesa-cesa.br E-mail: procampo@aesa-cesa.br Austricl√? ɬ≠nio Bezerra de Andrade Neto Presidente da Comiss√? ɬ£o do Vestibular

03. SERVI√ɬáO P√ɬöBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAR√ɬĀ CAMPUS UNIVERSIT√ɬĀRIO DE ABAETETUBA/ BAIXO TOCANTINS FACULDADE DE CI√ɬäNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA FACULDADE DE EDUCA√ɬá√ɬÉO E CI√ɬäNCIAS SOCIAIS Rua Manoel de Abreu, s/n√ā¬į, Bairro: Mutir√? ɬ£o, CEP: 68.440 – 000 FONE/FAX (91) 3751-1131/1107

LINKS UNIVERSIDADES QUE PARTICIPAM DO PROCAMPO E INFORMA√ɬá√ɬēES QUE PODEMOS OBTER EM SEUS RESPECTIVOS SITES: 4.UNEAL: Universidade estadual de alagoas http://www.uneal.edu.br/programas/procampo (apresenta√ɬß√ɬ£o do programa na universidade) Contato: Coordena√? ɬß√ɬ£o Geral:Prof.√ā¬™ Sara Jane Cerqueira Bezerra Coordena√? ɬß√ɬ£o predag√ɬ≥gica:Amilkiane Prot√? ɬ°zio Dino da Silva Secret√? ɬ°ria:√ā¬†Edneide Maria de Lima Contato:Tel.: (82) 3539-6065 Localiza√? ɬß√ɬ£o: Estado de Alagoas √ā¬©2011 - Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL Rua Governador Luiz Cavalcante, S/N - Alto Cruzeiro - Arapiraca - Alagoas - CEP.: 57312-000 Ver localiza√ɬß√ɬ£o no mapa Telefone: (82) 3521-3019 ascom@uneal.edu.br

5. AP UNIFAP Universidade Federal do Amap√? ɬ°- UNIFAP edital: http://www3.unifap.br/intranet/arquivos/arq4935.pdf Contatos: Campus Universit√? ɬ°rio Marco Zero do Equador Rod. Juscelino Kubitschek, KM-02 - Jardim Marco Zero - CEP 68.902-280 - Macap√? ɬ° - AP - Brasil Fone: +55 (96) 3312-1700 - E-mail: unifap@unifap.br

06.DF UNB Funda√? ɬß√ɬ£o Universidade de Bras√? ɬ≠lia

Educa√? ɬß√ɬ£o do campo UNB: http://www.unb.br/aluno_de_graduacao/cursos/educacao_do_campo Coment√? ɬ°rio sobre o curriculo do curso licenciatura e educa√ɬß√ɬ£o do campo da UNB http://www.fup.unb.br/curriculo_educacaodocampo.htm Contato: Faculdade UnB? Planaltina Endere√? ɬßo:√ā¬†√ɬĀrea Universit√? ɬ°ria n. 1 - Vila Nossa Senhora de F√ɬ°tima - Planaltina - DF73300-000√ā¬† Telefones:√ā¬†(61) 3488-8002 / 3488.8003 / 3488.8012 / 3488.8013 / 3488.8007 E-mail:√ā¬†fup@unb.br

07 UFMG Universidade Federal de Minas Gerais Fale Conosco Av. Ant√? ɬīnio Carlos, 6627 – Pampulha Faculdade de Educa√? ɬß√ɬ£o, LeCampo? - Sala 2113 Belo Horizonte – MG Cep: 31.270-901√ā¬† Fone: (031) 3409-6346√ā¬† E-mail:lecampo@fae.ufmg.br

08 AESA: Autarquia Educacional de Salgueiro A universidade possui um blog especifico sobre o Procampo. http://procampoaesa.blogspot.com/

09 IFPA Istituto Federal do Par√? ɬ° ****J√ɬ° encontramos o curr√ɬ≠culo do curso em pdf (meus documentos)***

http://www.ifpa.edu.br/index.php?option=com_content&view=article&id=189&Itemid=422&lang=pt (link de apresentação do procampo na universidade) http://www.ifpa.edu.br/?searchword=PROCAMO&searchphrase=any&limit=&ordering=newest&view=search&Itemid=74&option=com_search (linki de links de pesquisa geral sobre o Procampo dentro do site)

Sede Provis√? ɬ≥ria Rua Vit√? ɬ≥ria R√ɬ©gia, 117, Bairro Amap√? ɬ°, CEP: 68.502-120, Marab√? ɬ° – PA CNPJ: 10.763.998/0002-10 Fone/Fax: (94) 3324-5391 E-mail: ruralmaraba@ifpa.educ.br http://ruralmaraba.ifpa.educ.br

10 SC UFSC Universidade Federal de Santa Catarina

Apresenta√? ɬß√ɬ£o do Procampo na universidade: http://www.licenciatura.educampo.ufsc.br/

EDUCAÇÃO DO CAMPO DOCUMENTO: Leis , diretrises e regulamentos sobre a educação do campo (links)

Diretrizes : https://docs.google.com/fileview?id=0BwBH3di2k9OzMDkxNTNhNjEtYmRlNC00NmQzLWExNGUtODY5ODgxZmQxYjY5&hl=pt_BR&pli=1

AdrianaJesus - 26 de Dezembro 2011

Apresenta√? ɬß√ɬ£o do Procampo no site da Universidade:

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri http://www.ufvjm.edu.br/cursos/procampo

01/01/2012

Link de Artigos sobre EducaÁ„o do campo: http://educacaodocampo-bibliotecavirtual.blogspot.com/2011/07/1-educacao-do-campo-artigos.html

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